Fórmula 1

Rafael Câmara é anunciado pela Haas e será o primeiro piloto nordestino da Fórmula 1

Aos 21 anos, o pernambucano lidera a F2 e substitui Ocon em 2027. O Brasil volta a ter dois pilotos no grid, junto com Bortoleto.

Redação TorcedorNews15 de outubro de 20264 min de leituraCompartilhar no WhatsApp
Foto: Lukas Raich / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0), Rafael Câmara na F2, na Áustria, em junho de 2026

A Haas anunciou, nesta quinta-feira (15), a contratação do brasileiro Rafael Câmara para a temporada 2027 da Fórmula 1. Piloto de 21 anos, nascido em Recife, ele será o primeiro nordestino a disputar a categoria, segundo o Metrópoles e o Terra, e ocupa a vaga do francês Esteban Ocon. Com a chegada de Câmara, o Brasil volta a ter dois pilotos no grid.

O que foi anunciado

  • Equipe: Haas, na temporada 2027.
  • Companheiro: o britânico Oliver Bearman.
  • Vaga: a de Esteban Ocon, que deixa a equipe ao fim de 2026.
  • Origem: Câmara é pernambucano, de Recife, e faz parte da Academia de Pilotos da Ferrari.

O piloto disse estar feliz e animado por se juntar à Haas e que pretende se preparar da melhor forma e aprender com a equipe.

A trajetória até a F1

  • 2025: campeão da Fórmula 3 na estreia na categoria.
  • 2026: lidera a F2 com 207 pontos, e restam duas etapas. Ele ainda não é campeão da categoria.

O Brasil com dois pilotos

O outro brasileiro no grid de 2027 será Gabriel Bortoleto, da Audi. Segundo a Gazeta Esportiva e o Terra, a última vez que o Brasil teve dois pilotos titulares na F1 foi em 2016, com Felipe Massa, na Williams, e Felipe Nasr, na Sauber.

Pelos números do TorcedorNews

  • 21 anos: a idade do piloto
  • 207 pontos: a pontuação dele na F2, na liderança, com duas etapas para o fim
  • 2016: o último ano com dois brasileiros na F1
  • 2027: a estreia na Haas

Na visão do Arena Da Bola

Para um blog de futebol, uma notícia de Fórmula 1 pode parecer fora do assunto, mas ela diz respeito ao mesmo torcedor: o brasileiro que gosta de ver conterrâneos vencendo. A chegada de Câmara, que ainda disputa o título da F2, mostra que o esporte brasileiro continua formando talentos fora do futebol, e a vaga numa equipe de ponta de mercado é uma conquista de quem começou cedo.

Há também um recorte regional: ser o primeiro nordestino na F1 amplia o alcance da modalidade e conta uma história que vale ser acompanhada nas próximas corridas, ainda antes da estreia, quando a F2 for decidida.

Com informações de Gazeta Esportiva, Metrópoles, Terra, CNN Brasil e Jovem Pan. As informações foram conferidas entre as fontes: só publicamos o que mais de um veículo confirma.

Continue lendo